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Nova York delirante

“Nova York delirante”

Editorial Gustavo Gili, SL, Barcelona, 2008

Comprei este livro a 15 de Novembro de  2008. Aliás comprei 2, um para mim e outro para oferecer  ao Daniel. (sei a data, porque a coloco sempre na contra-capa dos meus livros).

Estava a frequentar o curso de Arquitectura á noite, todos os dias depois do trabalho (na tripledesign), altura em que tínhamos uma disciplina teórica com o prof. e arquitecto Henrique  Jorge Fabião. Personagem interessante e cativante, incentivou-me ainda mais para a leitura teórica de Arquitectura.

Numa das minhas pesquisas de Livros, encontrei este, novíssimo, acabado de chagar a Portugal. O autor é sonante: Rem Koolhaas. Toda a gente conhece, nem que seja pela casa da música. Fiquei intrigada. Não sabia que também escrevia. Fiquei também muito surpreendida com o design gráfico do livro, diferente  com um  trago juvenil e irreverente. Então trouxe para casa, sem grandes conhecimento do livro ou do tipo de leitura que iria ter.

Bem… ao fim de 2 anos, ainda não li mais do que 66 folhas. Não é que seja mau, mas é demasiado específico. Os exemplos são muito territoriais – gira tudo em volta de Nova York e Manhattan, cidades que ainda não conheço, (a não ser pelos filmes, séries…) o que torna logo tudo demasiado abstracto para mim. A narrativa é muito boa, os exemplos são excelentes, muito centrado em arranha-céus,  torres, enfim na arquitectura norte americana!

Mas confesso que ainda não me cativou a 100%. Todos os livros têm uma altura certa em cada  fase da nossa vida. Talvez ainda não tenha chegado a altura deste… vou deixa-lo na estante mais um tempo!

Mas quem quiser tentar a sua sorte… julgo que ainda está nas prateleiras da Fnac ;)

Aviso: está escrito em Português do Brasil.

Deixo o prefácio do livro para quem ficou interessado:

“Nova York Delirante é um “manifesto retroactivo”, uma interpretação da teoria não-formulada que rege o desenvolvimento de Manhattan. Este livro, polémico e premonitório (escrito por um dos mais intrigantes arquitectos e teóricos da actualidade) ilustra as relações entre o universo metropolitano mutuante e a singular arquitectura que pode produzir; e afirma também que, com frequência, a arquitectura gera a cultura.”

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